Do jardim inteiro,
uma margarida.
A flor que mais gosto,
a minha memória mais querida.
Homenagem no pulso,
mais uma fotografia pendurada.
A saudade que transborda
da nossa vida partilhada.
Posso escrever mil poemas
ou fazer o mais belo desenho.
Nunca é suficiente.
Não há papel nem caneta decente
e tão-pouco existe régua que meça
o amor que eu te tenho.